O Arauto

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quarta-feira, janeiro 03, 2007

Discordar é sinónimo de pena de morte?

Porque não dou vivas ao “calhordismo” (até rima com o “Eduardismo” que estamos com ele há cerca de 28 anos) que grassa desgraçadamente pelo País, aqueles que não sabem discordar sem ser violentamente discordantes, mandara-me um recado rosnando para a Dona Helena, a minha mãe, que corria o risco de me receber morto a qualquer momento em Luanda.

Porque não dou a minha chancela à política de exclusão do Menos Pão Luz e Água contra os meus companheiros de fato rasgado, aqueles que no afã do doido e zeloso proxenetismo de mostrar serviço ao ilegítimo “califado” que impera em Angola, abordaram cobardemente o meu irmão na noite de natal para que, este por sua vez, me passasse a mensagem de redigir uma carta a desdizer (coisa essa que não faço evidentemente) o conteúdo do (s) artigo (s) com o título “ Eduardo dos Santos (não) é como Salazar I e II”.

Porque nunca fui, nem pretendo ir, à Avenida da República para pedinchar Bolsa de Estudo com a condição de assinar o cartão de militante do Menos Pão Luz e Agua, aqueles que confundem a beira da estrada com a estrada da Beira alertaram alguns pseudo amigos para que tomasse conta da minha conta por causa do que tenho escrito.

Porque nada mais podem contra mim que não seja a morte (e para isso estou preparado), gostaria de desejar aos filhos da mãe (Angola), que intimidaram os meus familiares, um (in) Feliz Ano Novo e dizer que ninguém, mas absolutamente ninguém me cala e que a luta continua. Nem que seja de derrota em derrota até à vitória final.


Porque procurarei no alvorecer destes novos 12 meses projectar o melhor, esperando o pior e aceitando de ânimo igual o que Deus, seja ele quem for, quer, cá estarei para assistir ao julgamento daquele (s) que em Angola luta (m) contra os pobres e não contra a pobreza.

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