O Arauto

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domingo, outubro 14, 2007

Quem explica a verdadeira razão da demissão do PGR?

Apesar de o chefe de Estado, Armando Guebuza, o ter «serrado» (leia-se exonerado) com base na faculdade que lhe é conferida pelo estatuto jurídico-político (Constituição) do País e sob o argumento da conveniência de serviço, o cidadão-eleitor continua «zonzo» por desconhecer, até ao presente momento, quais foram as verdadeiras razões que estiveram na base da compulsiva e inopinada desobrigação do jurista Joaquim Madeira do cargo de Procurador-Geral da República (PGR).
Nomeado para o cargo no ano de 2000 pelo então Presidente da República Joaquim Chissano, Joaquim Madeira ter-se-á iludido a si mesmo ao deixar-se embalar pela cantilena do combate ao “deixa-andar”, julgando-se assim aliado do timoneiro do “deixa-queimar”.
Daí ter pensado que, como aliado do guia do “deixa-queimar”, era preciso e imperioso “queimar” tudo que fosse contra legem. Daí ter julgado que o País tomaria um curso político normal e que, pela primeira vez ao longo do seu consulado, poderia arregaçar e fazer juz às competências que no quadro do Sistema Judiciário lhe eram conferidas pela Constituição da República.


Ledo engano! E a provar o seu equivoco está o jornalista Lázaro Mabunda que, na última edição do semanário “O País”, diz que o então PGR foi vítima de si mesmo.

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