O Arauto

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quarta-feira, dezembro 06, 2006

Só os que vivem nas copas das árvores aceitam ficar impávidos e (+ ou -) serenos

O futuro próximo será impiedoso, implacável mesmo, para os jovens que gozando do privilégio excepcional de poder dizer palavras de verdade sobre o actual estado do País, e de espírito do povo, aos seus opressores e dominadores, se acantonam numa atitude de quietude, de indiferença muda e (não poucas vezes) de fria cumplicidade.
Jovens (em Angola ou na diáspora), lembrem-se que quem não vive para servir também não serve para viver!
Os jovens que assim procedem são nada mais nada menos que desprezíveis espantalhos do Menos Pão Luz e Água que, a contra gosto da maioria dos angolanos, vai ganhar as próximas eleições que só terão lugar nos próximos 12 meses, e se a isso o mais alto dirigente do País estiver disposto.
Jovens (em Angola ou na diáspora), é imperioso que, contra ventos e marés da má vontade política existente, nos batamos pela democracia e pelo respeito dos nossos Direitos!
Os desprezíveis fantoches do Menos Pão Luz e Água, ao acantonarem-se numa atitude de quietude, de indiferença muda e (algumas vezes) de fria cumplicidade, subscrevem de forma implícita a política de exclusão praticada em Angola e que esteve na base da guerra fratricida (Lopo do Nascimento que o desminta), que esventrou o tecido social e económico de um dos mais bonitos torrões do então império lusitano, cujo “canto do cisne” ouviu-se apenas no dia 22 de Fevereiro de 2002.
Jovens (em Angola ou na diáspora), porque o comodismo é a esterilidade da criação, urge reagir. Viva a reacção! (Alguém disse por aí que a reacção não passará?).
Quando os jovens esquecem-se, como se sofressem de amnésia, da discriminação, da miséria infra-humana do povo, da exploração desavergonhada dos recursos do País, chegam ao ponto de se absterem de participar na vida pública, isto é o mesmo que incitar à desgraça do seu próximo, dando guita ao Menos Pão Luz e Água que, por isso, esfrega as mãos de contente.
Jovens (em Angola ou na diáspora), não fiqueis com o rabinho entre as pernas!
Os jovens, que sentem no corpo e na alma a exclusão promovida pelo Menos Pão Luz e Água, estão convidados a participarem na abolição da política de discriminação que já dura três décadas. A História da luta dos homens pela dignidade põe aos angolanos problemas bem definidos e há muito claramente identificados!
Jovens (em Angola ou na diáspora), é chegada a hora de marcharmos juntos!

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