O Arauto

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quarta-feira, junho 14, 2006

Cultura do medo é inimiga da paz

Era suposto, possível e desejável que, depois do 22 de Fevereiro de 2002, se começasse a trabalhar no sentido de combater, mediante à fala, a cultura do medo que reina há cerca de 30 anos no País.
Era suposto, possível e desejável que, depois do 22 de Fevereiro de 2002, se fossem os chacais (que ainda trabalham (?) para a (in)justiça angolana) e dessem lugar aos tribunais para julgar o bom e o mau ratoneiro, o bom e mau algoz.
Contudo, os homens que tem os maiores privilégios e que pertencem à "fina-flor" política partidária afecta ao Menos Pão Luz e Água pensam, por sua conta e risco e desrespeito ao povo, de forma diferente declarando guerra contra os pobres, e não contra a pobreza, arrancando unhas a sangue e frio com alicates.
Isso é feito a quem tem a ousadia de atentar contra os bens e interesses do poder. E quem tem a missão de arrancar as unhas não são delinquentes, mas agentes da Polícia Nacional pagos por um grupo empresarial que tem o nome de um fruto silvestre angolano.
E ainda por cima vem a representante especial do SG da ONU para a defesa dos
Direitos Humanos, Hina Jilani, dizer que está satisfeita com a situação dos
Direitos Humanos em Angola. Hina Jilani deverá é ter ficado satisfeita com os almoços e jantares
oferecidos pelo Governo angolano, bem como as visitas guiadas feitas por algumas províncias do País. Isto se não levou algumas pedras brilhantes na bagagem ao regressar.