O Arauto

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quinta-feira, junho 15, 2006

Críticas crescentes atingem diplomata angolana nos EUA

O comportamento (politico e diplomaticamente incorrecto) de Josefina Pitra Diakite está a pôr em causa a imagem de Angola nos EUA. A delegada de João Miranda nas terras do "tio Sam" é acusada de governar a Embaixada a trouxe-mouxe, levantar os ombros, fazer um muxoxo e de virar a cara à oportunidade que tem de aprender com os americanos como tratam os seus cidadãos no estrangeiros.
Por essas, outras e tantas, os angolanos ameaçaram rasgar e queimar a bandeira da República de Angola, o que revela que a paciência política dos angolanos que habitam naquelas paragens em relação à dona Josefina atingiu o zero.
A comunidade angolana nos Estados Unidos da América (EUA) quer ver a actual embaixadora de Angola no país mais poderoso do mundo pelas costas. Motivo: tratamento pouco urbano e indelicadeza de Josefina Pitra Diakité em relação aos cidadãos nacionais que, por motivos vários, habitam naquelas paragens.
A provar que está farta de olhar para a cara da actual embaixadora de Angola nos EUA, de invocar o seu nome, e de suportar os seus inexplicáveis e intragáveis caprichos, a comunidade angolana na Filadélfia manifestou recentemente o desejo de queimar a bandeira do País em retaliação maus tratos de Josefina Pitra Diakité em relação aos angolanos.
Por isso, a comunidade angolana alerta ao presidente da República, José Eduardo dos Santos, a substituir a actual representante diplomática de Angola nos EUA, que é também acusada de destratar funcionários da Embaixada angolana.
As relações entre a Embaixada e o Consulado de Angola nos EUA não são das melhores. A provar isso está o facto de Josefina Pitra Diakité ter influenciado Luanda a exoneração do então cônsul de Angola em Houston e de Joaquim Benje.
A chefe da missão diplomática angolana nos EUA é acusada de ter cancelado indevidamente a guia de regresso de uma diplomata exonerada recentemente por conveniência de serviço pelo Ministério das Relações Exteriores (MIREX), recusando-se a dar-lhe os 10% que lhe são descontados durante o exercício das suas funções durante a missão diplomática.
A embaixadora de Angola nos EUA é acusada de estar a dar cobertura à sobre facturação que o seu marido, de nacionalidade maliana, tem estado a beneficiar com as obras a seu cargo na residência oficial.
Josefina Pitra Diakité disse, por exemplo, numa reunião com os funcionários da Embaixada de Angola nos EUA que "a única pessoa que tem direito a viatura e motorista sou eu e mais ninguém". Os demais diplomatas e funcionários da missão diplomática angolana nos EUA deslocam-se a pé, táxi, comboio, metro ou ainda de boleia.
Recorde-se que sobre Josefina Pitra Diakité (membro do Comité Central do MPLA) impende a suspeita de se ter acaparado de dinheiros da Embaixada de Angola Suécia, o que obrigou ao encerramento da chancelaria e os diplomatas a trabalharem nas suas residências.
Entretanto, todos os esforços feitos, via correio electrónico, para contactar o assessor de Imprensa da embaixadora de Angola nos EUA, Gilberto das Neves, não foram bem sucedidos por não termos obtido nenhuma resposta até ao presente momento.

Este artigo fou publicado inicialmente no Notícias Lusófonas

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