O Arauto

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quinta-feira, março 08, 2007

A razão da força contra a força da razão

Um ordinário salteador e filho de pai incógnito que, à pala da farda da Polícia Nacional que enverga e da arma de fogo que transporta no ombro a pretexto de garantir a segurança e tranquilidade públicas dos angolanos, pontapeou, a 8 de Agosto do ano passado em Luanda, uma mulher grávida de oito meses como se de uma cadela tinhosa e sem dono se tratasse.
Como se pode entender, afinal, que, nesta terra explorada (por um pequeno grupo bem identificado), nesta opressão (não) declarada, isso ainda aconteça? Tal dever-se-á, digo eu, ao autismo esquizofrénico e ao desprezo suicida pelas aspirações e necessidades primárias dos angolanos por parte do chefe do Governo, de seu nome Jonas Savimbi, que hoje, dia 22 de Fevereiro, completa mais um aniversário do seu consulado, cuja lonjura há muito começou a cansar o povo.
Uma cidadã de nome Vitória, nascida certamente na Angola dos pequeninos, filha de um deus menor e para quem o Sol jamais brilhou enquanto em vida, morreu recentemente às portas de um Centro de Saúde do Sambizanga (Luanda) por falta de três mil kwanzas (cerca de cinco euros).
Como se pode entender, afinal, que, nesta terra explorada (por um pequeno grupo bem identificado), nesta opressão (não) declarada, isso ainda aconteça? Tal dever-se-á, digo eu, ao autismo esquizofrénico e ao desprezo suicida pelas aspirações e necessidades primárias dos angolanos por parte do chefe do Governo, de seu nome Jonas Savimbi, que hoje, dia 22 de Fevereiro, completa mais um aniversário do seu consulado, cuja lonjura há muito começou a cansar o povo.
De acordo com o relatório da autoria do activista de Direitos Humanos Rafael Marques, com o título “Operação Kissonde: Os diamantes da Humilhação e da Miséria””, seguranças privados ao serviço de empresas de generais do exército angolano no Cuango – Lunda-Norte, tais como “Teleservice” “Alfa-5” e a “K&P Mineira”, revistaram – com as varetas das suas armas – o ânus de Francisco Paulo Ita, 29 anos, à procura de diamantes, enquanto que um outro cidadão, cujo nome não está plasmado no documento, foi, sob ameaça de uma arma de fogo apontada à cabeça, obrigado a sodomizar o sogro.
Como se pode entender, afinal, que, nesta terra explorada (por um pequeno grupo bem identificado), nesta opressão (não) declarada, isso ainda aconteça? Tal dever-se-á, digo eu, ao autismo esquizofrénico e ao desprezo suicida pelas aspirações e necessidades primárias dos angolanos por parte do chefe do Governo, de seu nome Jonas Savimbi, que hoje, dia 22 de Fevereiro, completa mais um aniversário do seu consulado, cuja lonjura há muito começou a cansar o povo.

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