O Arauto

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quarta-feira, novembro 29, 2006

Só é derrotado quem desiste de lutar

"É evidente que homens desta estirpe, com um jornalismo baixo e rastejante, não terão lugar (no NL). São pessoas que não só não sabem criticar, como são vazios, nulos de ideias", afirma João Preto num comentário feito à minha última crónica publicada n'"O Arauto" com o título "Ninguém nos cala e a luta continua!"
E como ninguém me cala e a luta continua (nem que seja de derrota em derrota até à vitória final!), permitam-me a Vossa indulgência para dizer que não é a primeira vez, nem a segunda e muito menos a terceira, que João Preto, "advogado" do Menos Pão Luz e Água e destacado patrulheiro de alguns artigos repescados e publicados pelo Club-K, desfere ataques virulentos contra mim e demais companheiros que durante horas, dias, semanas, meses e anos emprestaram o seu (modesto) concurso ao Notícias Lusófonas.
João Preto, que também pode ser branco ou mulato, tem insinuado bastas vezes que sou um sectário, a soldo de instituições contrárias às ideias do "arquitecto da paz" e do Menos Pão Luz e Água, obcecado pela política do "bota-abaixo" em relação ao suposto esforço que, desde o dia 22 de Fevereiro de 2002, o Governo tem feito para melhorar a vida dos angolanos.
É evidente que reconheço e respeito o Direito que assiste a João Preto de (des) dizer o que lhe dá na telha sobre aquilo que como angolano (no pleno gozo dos meus direitos civis e políticos) e jornalista acho por bem trazer publicamente à colação. João Preto tem, pois, todo (e mais algum) Direito de emitir a sua opinião. Reconheço-o, mas não o respeito.
A sua opinião é imerecedora do meu esguardo pelo facto dele, qual menino com o rabinho enfiado entre as pernas, esconder-se de forma timorata por detrás de um nome fictício, João Preto.
Neste aspecto, permitam-me a imódestia, sou ( tomo a liberdade de incluir os nomes de Orlando Castro, Eugénio Almeida e Fernando Casimiro) diferente por ter o defeito (e por isso já sofri e ainda sofro represálias silenciosas quer en Luanda quer em Lisboa) de assumir o que digo (escrevo). Assumo por que assim fui educado e, por outro lado, tenho nome, chipala, endereço, telefone...e correio electrónico.
Aliás, diz a Dona Maria Helena, a minha mãe, que só devemos terçar armas ou trocar argumentos com homens que... os têm no lugar, que dão a cara e que mostram que são verdadeiros homens, com H maiúsculo.

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