O Arauto

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sexta-feira, abril 18, 2008

Dois amigos eternos: Alto Hama e Pululu

O “Alto Hama” (http://altohama.blogspot.com), do companheiro, amigo e jornalista Orlando Castro, é o café (a única droga socialmente aceitável neste mundo que cada vez se confunde com Sodoma e Gomorra) quente e saboroso que me desperta quando a noite começa a vestir-se de branco. “O Pululu” (http://pululu.blogspot.com), do não menos companheiro, amigo e académico Eugénio Costa Almeida, é o cigarro (estou careca de saber que faz mal à Saúde) que aquece e ajuda a avivar o disco duro da memória das minhas memórias. Até ao momento em que redigia esta crónica, o “Alto Hama” (nascido em 2006) tinha sido “picado” 083.734 leitores e, por seu lado, “O Pululu” (nascido em 2004) tinha sido visitado por 159.752 leitores de distintas partes do mundo.

É evidente que, com muito gosto e honra, me incluo no número de leitores que “picam” estes dois espaços de referência obrigatória do mundo da bloguesfera. São dois espaços incontornáveis quando o assunto é actualidade lusófona e não só. Não leio o “Alto Hama” e “O Pululu” por causa da fleuma e da indulgente amizade (espero que dure por longos anos) que mantenho com O Orlando Castro e O Eugénio Costa Almeida.

Leio estes dois blogues por encontrar neles brilhantes ideias e com as quais me identifico e cauciono. No “Alto Hama” e n’ “O Pululu” encontro invariavelmente resposta à minha dor de patriota que assiste (im)potente ao esbulho da minha Pátria.

Fui, e continuo a ser , incompreendido por aqueles que se julgam angolanos de primeira. No “Alto Hama” e n’ “O Pululu” Orlando Castro e Eugénio Costa Almeida fazem ecoar o seu grito de raiva de revolucionários que, a dado momento de um passado recente, procuraram a revolução para fazer progredir social, económica e academicamente o País (Angola) que ocupa um lugar especial no lado direito dos seus peitos.

Foram, e continuam a ser, incompreendidos por aqueles que julgam que para ser angolano tem necessaria e obrigatoriamente que se ser negro. No “Alto Hama” e n’ “O Pululu” Orlando Castro e Eugénio Costa Almeida fazem ecoar o grito militarista de quem procurou o exército e que não encontrou. E não encontraram por serem homens de Paz. Não encontraram por serem homens de ideias e terem o verbo na ponta da língua. Não encontraram por terem a caneta como arma de combate para induzir quem de Direito a proporcionar dias de mais pão, sol, amor e paz aos angolanos.

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