O Arauto

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quarta-feira, maio 24, 2006

Subsídios para História Política de Angola (I)

A História faz-se de grandes e de pequenos actos, de espantosas e de (in) significantes biografias. A História é o somátório de todas a vidas (e também de mortes) e os seus resultados. A História, que as outras Histórias constroem, é a memória que guarda significados e nomes; gestos e vozes; rostos e factos que, por vezes, nos levam a sacudir a cabeça quando alguem mais ousado (ou não fosse a ingorância a mãe do atrevimento!) surge a assumir protagonismos que a História não lhe reserva lugar nenhum nos seus anais.

Por isso, no exercício da modéstia e no contexo da Democracia Participativa para que no futuro ninguém saia a terreiro em busca de protagonismo fácil e barato, venho, por este meio, contribuir modestamente com esta pequena recolha (aturada) dos factos que marcaram os principais momentos do processo político angolano de 1991 a 2002.

São nada mais nada menos que pequenos subsídios para a reconstituição cronológica da História política que marcaram o processo de paz (não social) angolano.

Destarte, vamos passar apresentar por partes a cronologia dos acontecimentos que, nas duas últimas decadas, marcaram turbulentamente a vida política do nosso País e que culminaram com a paz alcançada a 22 de Fevereiro de 2002 e que deixou a nu que o Governo angolano não tinha nem nunca teve uma agenda social para o período pós-guerra.

Não me proponho de maneira alguma apresentar rostos, nomes, protagonistas, gestos, vozes, mas apenas a cronologia dos factos, tendo como marco os Acordos de Bicesse (Portugal) assinados no dia 31 de Maio de 1991.

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